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Os mitos e os conflitos do dia a dia – Psicologia Analítica

13 de dezembro de 2016

Versão online da palestra que dei presencialmente!

Pensamento

2 de abril de 2012

[Vídeo] Jung e a espiritualidade.

8 de janeiro de 2012

Achei pelo Facebook esse vídeo muito interessante. Fala um pouco sobre psicanalise, mas é mais centrado na visão de Jung e a religião por assim dizer.

Abraços e até o próximo post!

Trailer de “A Dangerous Method” (Legendado)

25 de setembro de 2011

Tenho comentado com pessoas próximas o quanto estou na expectativa desta obra, que simplesmente mostra uns dos momentos mais importante e romantizado da historia da psicologia. “A Dangerous Method” é baseado na na peça “The Talking Cure”, de Christopher Hampton e conta a historia da relação Freud, Jung e Sabina. O trailer promete trazer um filme intrigante e polemico. Mas assista antes de tirar quaisquer conclusão.

Encontrei este trailer no canal do Youtube de :

Abraços e até o próximo post!

“Canções para Jung”, musica no meio Junguiano.

24 de setembro de 2011

Estudar arquétipos através da musica não chega a ser uma novidade para curte Jung. Mas e quando Jung inspira as musicas? Recentemente a pop-star Lady Gaga fez declarações empolgadas sobre os arquétipos e como tem gostado de conhece-los melhor, segundo a artista, as teorias de Jung seriam fonte de inspiração para o seu álbum “Born This Way”.

Bem, sem entrar muito afundo no assunto, eu criei este tópico, porque, qual foi o meu espanto ao navegar pelo Youtube e encontrar uma banda chamada “Inconsciente Coletivo” com um álbum chamado “Canções para Jung”. Não tenho como não compartilhar isso com o mundo. Apesar de não ser o meu estilo pessoal de Rock, não tenho como deixar de dar os méritos pela inspiração Junguiana para a criação do nome e do álbum. Coloco um clip da banda logo abaixo. Não sei como entrar em contato com a banda, mas caso a mesma não queira que o vídeo seja compartilhado aqui. basta entrar em contato comigo, caso a banda queira, eu ficarei feliz e entrevistar e publicar uma entrevista da mesma aqui no blog.

Clip da banda, achei no canal de :

Grande abraço e até o próximo post!

O dia em que fui “obrigado” a ficar do lado da psicanálise!

26 de maio de 2011

Antes de mais nada, não caro leitor! Não abandonei Jung e nem tanto estou me inclinado para a psicanalise. Na verdade nem sequer vou entrar em um debate teórico. O que vou desabafar aqui é uma situação em que fui obrigado a assistir na qual a psicanalise foi vitimada e eu me sentiria mal se não desabafasse nas próximas linhas, pois antes de ser um grande admirador de Jung, também sou um ser humano e não gosto de ataques destrutivos seja para quem for.

Confuso? Bem, deixe-me situá-lo um pouco. Houve uma situação chata em que um docente fez um ataque gratuito a essa abordagem com o intuito destrutivo, na data de ontem. Vou contar a história logo abaixo.

Estamos, na universidade em que eu frequento, em período de ATIVs (trabalhos/seminários), e como é de praxe a turma é dividida em grupos e cada um apresenta um tema. O grupo que apresentou ontem falou um pouco sobre dependência química, e entre os autores usados para o trabalho estava Lacam. Foi ai que começou o ataque.

O falecido autor, foi acusado de se utilizar de “acrobacia intelectual” (admito que Lacam realmente não é fácil), e que todo argumento sobre o gozo, era bonito se escutar mas é inútil na prática. Os ataques continuaram e o nosso docente se ariscou a tentar ‘traduzir’ o pensamento publicado no quadro (que não colocarei aqui para não correr o risco de transcrever erroneamente), mas ele logo desistiu de sua interpretação diante de sua incapacidade de entender o autor.

Ele sequer apresentou uma alternativa melhor, e fez um pequeno ‘eterno’ discurso mostrando como seria inútil usar tais pensamentos com um dependente, pois o mesmo não entenderia. Mas espere ai! Não para o dependente entender! Que diabos de psicologo leria Lacam para seu paciente? Ou quaisquer autor que seja.

Não é a psicanalise que eu estou aqui defendendo. Estou defendendo aqui o direito individual, que cada um tem de escolher aquilo que acredita ser o melhor para você. Aliais! Eu pessoalmente acredito que é a abordagem que escolhe você. Afinal a melhor psicologia é aquela que te serve.

Da mesma forma que eu não gosto de ter a minha ‘psicologia do coração’ (junguiana) atacada por alguém que sequer sabe do que está falando. Se ele teve tal liberdade para atacar uma das mais defendidas de minha faculdade, o que eu posso esperar quando for a minha vez de ir lá a frente e usar Jung?

Exitem profundas diferenças entre criticar e atacar. Entenda meu conceito de ‘criticar’. Criticar para mim nada tem haver com ódio, para mim é acreditar que você tem uma proposta mais adequada à aquela apresentada. Mas nem por isso devemos tentar destruir o colega.

Chega de guerra! Acha que tem uma proposta melhor? Propõe um debate! Defenda sua linha de pensamento. Se bem me lembro bem, ontem ao se perguntado sobre qual vertente da psicologia o indivíduo em questão segue, ele não conseguiu responder. Estranho né?

Vou parar a historia por aqui, pois o ‘discurso’ caminhou mais adiante indo parar lá na fronteira do absurdo, aonde o conceito ‘eletrochoque’ ainda vagava como uma opção a nível da inquisição. Sério! Não iria estranhar se falasse em bruxas e fogeiras

Enfim, admito que tem muitas coisas da psicanalise que eu não gosto, tanto que não me identifico, mas ainda sim é uma linha antiga e importante na história da psicologia e também da Psicologia Analítica, que tem como ‘patriarca’ o Jung. Se eu não gosto de uma coisa na teoria do colega, a minha obrigação é de apresentar uma proposta alternativa e adequada. E mesmo que eu consiga outra proposta, não significa que o outro está errado, se fosse fácil assim determinar o que é certo ou errado, não haveria tantas diferenças, como psicologo ele deveria saber disso.

Bem esse foi um pequeno desabafo. Escrevi esse texto sem revisar e espero que esteja coerente, se eu escrevi algo que te ofendeu, me desculpe já de antemão, me avisa que eu corrigirei.

Vamos celebrar essa grande diversidade que é a psicologia, e vamos deixar a guerra teórica para ser resolvida no campo teórico.

Entrevista com diretor do Museu de Imagens do inconsciente

11 de abril de 2011

Sem duvida nenhuma, o Museu de Imagens do Inconsciente é uma das maiores referencias brasileiras no campo da Psicologia e Psiquiatria. Fundado por Nise da Silveira, nossa junguiana maior, o museu funciona no Rio, mas como na minha turma, e eu me incluo nisso, muita gente nunca pode conhecer pessoalmente.

Trago então um vídeo muito esclarecedor sobre o Museu. É uma entrevista, mas contem muitas imagens sobre o museu, inclusive trechos do filme.

Créditos pelo vídeo ficam para o canal do youtube que eu achei: http://www.youtube.com/user/leilarichers1